Para quem vende site e marketing local
O dono do negócio não sabe responder. Você chega com o número — e com um relatório que leva a sua logo, não a de uma ferramenta gringa.
Em 3 minutos: como a ferramenta funciona por dentro.
Sem fidelidade · Cancela quando quiser · Todas as cidades do Brasil
O que muda
Abordagem sem dado
“Oi! Trabalho com criação de sites e gestão de tráfego. Posso te mandar uma proposta?”
Resposta provável: “já tenho site”, “não preciso agora” ou “manda por e-mail” — que quase sempre é não. Você está falando do que vende.
Abordagem com o número
“Em Itajubá, 330 pessoas procuram por dentista no Google todo mês. Hoje elas estão achando a clínica da esquina. Quer ver a lista do que exatamente elas digitam?”
A conversa vira outra: ele pergunta. Você está falando do mercado dele, e a lista completa já está pronta para mandar.
330 é um número medido, não exemplo inventado: é o volume mensal de busca por “dentista” no município de Itajubá-MG, apurado pela própria ferramenta em agosto de 2026.
O que você faz com ela
Você descreve a empresa em três campos. Em torno de dois minutos volta uma lista de 80 a 150 termos que pessoas de verdade digitaram, com o volume mensal e o custo por clique daquela cidade — não a média do Brasil. Serve para a reunião de venda e depois para montar o site.
Escolha a cidade, marque os nichos. São 436 no catálogo, cada um com ticket médio, disputa entre agências e mensalidade sugerida. A lista volta ranqueada por demanda: você descobre onde tem gente procurando antes de gastar a semana batendo na porta errada. Nicho fora do catálogo é só digitar.
Um clique e a pesquisa vira um PDF com a sua logo, a sua cor e os seus contatos. Sem marca da TNG, sem print de painel. Você configura uma vez e todo relatório sai assim. É o que o lead recebe no WhatsApp — e o que ele mostra para o sócio.
Por dentro
Um briefing curto, ou um nicho do catálogo. A cidade é escolhida na lista dos municípios do IBGE, então “Itajubá-MG” é Itajubá mesmo, e não o Brasil inteiro.
Ela monta as variações que um cliente digitaria: o serviço, os sintomas, as dúvidas, o “perto de mim”, o “quanto custa”. É a parte que você faria na mão, em duas horas.
Cada termo é checado na base de anunciantes do Google Ads. O que volta é volume médio mensal e custo por clique reais. Nada de estimativa de plugin ou chute de IA.
Honestidade
Não faz auditoria técnica, backlink nem monitoramento de posição. Faz uma coisa só: demanda de busca por cidade, no formato que se manda para o cliente.
Ela mostra o tamanho do mercado e o que as pessoas digitam. Ranquear continua sendo trabalho seu — a ferramenta só tira o achismo da conta.
Em saúde, o Google esconde o volume de vários termos por política própria. Quando acontece, o relatório avisa que a trava é do Google, não some com a palavra.
Plano
Você veio pelo link do curso
Assinatura mensal, cancela quando quiser
No plano anual sai por R$ 597 — equivale a R$ 49,75 por mês.
Dúvidas
Do Google Ads — a mesma base que os anunciantes usam para planejar campanha, acessada por uma API oficial de dados. A IA entra só na etapa anterior, para levantar quais termos vale a pena consultar. Volume e custo por clique não são gerados por IA: são medidos.
Para qualquer município brasileiro. A busca de cidade usa a lista do IBGE, e a consulta é feita para aquele município — é por isso que “dentista em Itajubá” dá 330 e não os 400 mil do país inteiro. Cidade pequena tende a dar número pequeno, e isso também é informação: mostra quando não vale a pena vender tráfego pago ali.
Na prática é bastante, porque a prospecção é o uso que mais rende e ela consome 1 pesquisa mesmo com 30 nichos marcados. O gasto de verdade é 1 por cliente estudado. E o que sobra acumula até 150, então mês fraco não é desperdício.
Não. A ferramenta nasceu como extensão do método que eu ensino, e quem é aluno vai reconhecer a lógica por trás dela — mas qualquer pessoa que venda site, SEO ou tráfego para negócio local consegue usar sozinha. Quem é aluno paga o mesmo e recebe 50 pesquisas por mês em vez de 40, pelo link que circula no grupo do curso.
O acesso e o saldo acumulado terminam junto com a assinatura. O saldo é um benefício de quem está assinando, não um crédito comprado — está escrito assim nos termos, para não haver surpresa.
Porque o Google restringe dados de temas sensíveis: “dermatologista”, “psiquiatra”, “fisioterapeuta” e vários outros costumam vir travados. A ferramenta não esconde esses termos nem finge um número — ela os mostra marcados, avisando que a limitação é do Google. Em compensação, os termos de procedimento quase sempre escapam da trava, e é por eles que se vende.
O briefing que você escreve é usado para gerar aquela pesquisa e fica na sua conta, visível só para você. A empresa de IA que processa o texto não treina modelo com dados de API. Você pode exportar tudo o que é seu e apagar a conta pela própria tela de conta, sem pedir para ninguém.
Cartão de crédito, com renovação automática pelo Asaas. O acesso é liberado assim que o pagamento é confirmado, sem espera por liberação manual. Para cancelar não precisa falar com suporte.
Uma pesquisa leva dois minutos e custa uma fração da assinatura. O relatório que sai dela já vai com a sua marca, pronto para mandar.